ANA apresenta na Funceme detalhes de operação da transposição do São Francisco

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Governo do Ceará tem convênio para elaboração de estudos e suporte ao planejamento e à gestão de sistemas hídricos no Nordeste

Na manhã da quarta-feira, 21 de junho de 2017, Joaquim Gondim, superintendente de operações e eventos críticos da Agência Nacional das Águas (ANA), esteve reunido com técnicos da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) para mostrar detalhes técnicos das operações dos eixos do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF). Foram discutidos valores de demanda e oferta definidos em notas técnicas, os gargalos para a operação e demais detalhes do convênio firmado entre o Governo do Estado do Ceará e a ANA para a Elaboração de Estudos e Suporte ao Planejamento e à Gestão de Sistemas Hídricos no Nordeste. Tudo no escopo dos planos de gestão anual do PISF.



A Funceme, com sua expertise nas áreas de modelagem, meteorologia e hidrologia e com a experiência de desenvolvimento de projetos modelo em bacias integradas ao Rio São Francisco, participa do convênio através da manutenção de base de dados para alimentar os estudos de suporte e planejamento e com modelagem de demanda para alimentar o sistema de suporte a decisão (através do Sistema de Informação para o Gerenciamento de Alocação de Água – SIGA, desenvolvido pela instituição).

O objetivo geral do estudo consiste na elaboração de planejamento de ações no âmbito de uma lógica proativa, capaz de propor ações enquanto resultados de reflexões sistemáticas e antecipadas em consonância com a identificação de níveis de vulnerabilidades e de impactos, com o propósito de que as estratégias de adaptação, mitigação e respostas tenham aderência à realidade social, considerando suas diversas facetas na medida em se entende o planejamento como um processo que não se inicia ou conclui-se com a publicação do plano anual.

Durante o desenvolvimento do projeto deverão ser analisadas diferentes configurações do processo de construção do plano com vistas a possibilitar alternativas para diferentes escalas de problemas, e a compreensão dos avanços e dificuldades que os atores em situação de ação tem encontrado para gerir os recursos hídricos em períodos de escassez hídrica.


Fonte: Assessoria de Comunicação da Funceme
22 de junho de 2017