{"id":10146,"date":"2022-01-13T15:25:06","date_gmt":"2022-01-13T18:25:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funceme.br\/?p=10146"},"modified":"2022-01-17T12:07:20","modified_gmt":"2022-01-17T15:07:20","slug":"com-apoio-institucional-da-funceme-tocantins-passa-a-ser-autor-de-mapas-do-monitor-de-secas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.funceme.br\/?p=10146","title":{"rendered":"Com apoio institucional da Funceme, Tocantins passa a ser autor de mapas do Monitor de Secas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #6b6b6b;\"><em>Equipe formada por t\u00e9cnicos da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos H\u00eddricos (Semarh) e da Coordenadoria Estadual de Prote\u00e7\u00e3o e Defesa Civil passa a trabalhar na elabora\u00e7\u00e3o dos mapas do bloco regional Norte\/Centro-Oeste, al\u00e9m da valida\u00e7\u00e3o dos dados<\/em><\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_10147\" style=\"width: 680px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-10147\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-10147\" src=\"http:\/\/www.funceme.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/276680.jpg\" alt=\"Juliana Oliveira, pesquisadora da Funceme, e Alessandra Daibert, coordenadora de Articula\u00e7\u00e3o para a Gest\u00e3o de Eventos Cr\u00edticos da ANA, parte da equipe que veio ao Tocantins oferecer apoio institucional (FOTO: Marcel de Paula\/Governo do Tocantins)\" width=\"670\" height=\"383\" srcset=\"http:\/\/www.funceme.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/276680.jpg 670w, http:\/\/www.funceme.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/276680-600x343.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 670px) 100vw, 670px\" \/><p id=\"caption-attachment-10147\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #6b6b6b;\"><em>Juliana Oliveira, pesquisadora da Funceme, e Alessandra Daibert, coordenadora de Articula\u00e7\u00e3o para a Gest\u00e3o de Eventos Cr\u00edticos da ANA, parte da equipe que veio ao Tocantins oferecer apoio institucional (FOTO: Marcel de Paula\/Governo do Tocantins)<\/em><\/span><\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ano de 2022 come\u00e7ou com um novo passo do Tocantins no processo de acompanhamento cont\u00ednuo da situa\u00e7\u00e3o da seca no estado, o Monitor de Secas, um programa realizado nacionalmente em conjunto com a Ag\u00eancia Nacional das \u00c1guas (ANA). A partir deste m\u00eas de janeiro, o Tocantins passa a ser um dos estados respons\u00e1veis pela autoria dos mapas do bloco regional Norte e Centro-Oeste, junto ao estado de Goi\u00e1s. A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos H\u00eddricos (Semarh) \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela execu\u00e7\u00e3o do programa no Tocantins e, at\u00e9 ent\u00e3o, realizava apenas a valida\u00e7\u00e3o dos dados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A secret\u00e1ria do Meio Ambiente e Recursos H\u00eddricos, Miyuki Hyashida, recebeu a equipe formada por t\u00e9cnicos da ANA e da Funda\u00e7\u00e3o Cearense de Meteorologia e Recursos H\u00eddricos (Funceme), presente no Tocantins para dar in\u00edcio a esse novo papel do estado no monitoramento das secas. Miyuki destacou a import\u00e2ncia do trabalho desenvolvido pela Diretoria de Planejamento e Gest\u00e3o de Recursos H\u00eddricos da Semarh e da parceria com a ANA, fundamental para a execu\u00e7\u00e3o de diversas a\u00e7\u00f5es da pasta. \u201cTodas as frentes de monitoramento s\u00e3o importantes para o Estado, seja das secas, da quantidade de \u00e1gua, da redu\u00e7\u00e3o de \u00e1rea queimada ou do desmatamento, s\u00e3o a\u00e7\u00f5es de comando e controle que prestam contas \u00e0 sociedade e auxiliam nas tomadas de decis\u00e3o\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Primeiro da regi\u00e3o Norte<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Tocantins foi o primeiro e ainda \u00e9 o \u00fanico estado da regi\u00e3o Norte a aderir ao Monitor de Secas. Os dados gerados atrav\u00e9s de sensoriamento remoto (imagens \u00e0 dist\u00e2ncia), de esta\u00e7\u00f5es de superf\u00edcie (como as Plataformas de Coleta de Dados &#8211; PCDs) e da rede de observadores s\u00e3o validados pelas equipes t\u00e9cnicas da Semarh e da Coordenadoria Estadual de Prote\u00e7\u00e3o e Defesa Civil, que ficam a cargo do levantamento das informa\u00e7\u00f5es locais mensalmente. Essas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o importantes para o alerta precoce e a previs\u00e3o de secas, auxiliando na elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e preven\u00e7\u00e3o de crises.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir de 2022, o Tocantins passa a atuar tamb\u00e9m na autoria dos mapas do bloco regional Norte\/Centro-Oeste, que inclui os estados de Goi\u00e1s, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, al\u00e9m do Distrito Federal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pesquisadora da Funceme, Juliana Oliveira, que esteve no Tocantins na \u00e9poca da ades\u00e3o ao Monitor de Secas, deu \u00eanfase ao empenho da equipe tocantinense formada pelos t\u00e9cnicos Francisco Medeiros Junior, que recebeu treinamento para essa nova fase, e Andr\u00e9 de Moura Andrade. \u201cViemos oferecer apoio nesse novo papel que o Tocantins assume agora, ainda mais protagonista, contribuindo para o tra\u00e7ado do Mapa de Monitor de Secas da regi\u00e3o\u201d, disse. Al\u00e9m de Juliana, o meteorologista Leandro Valente Jacinto, da Funceme, tamb\u00e9m est\u00e1 no Tocantins auxiliando no processo de elabora\u00e7\u00e3o do mapa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Monitor de Secas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nascido em 2014, o Monitor de Secas conta atualmente com a ades\u00e3o de 20 estados mais o Distrito Federal, divididos em tr\u00eas estados autores no bloco regional Nordeste, outros tr\u00eas no bloco Sul\/Sudeste e dois no bloco Norte\/Centro-Oeste. Um de seus objetivos \u00e9 integrar o conhecimento t\u00e9cnico e cient\u00edfico j\u00e1 existente em diferentes institui\u00e7\u00f5es estaduais e federais, um esfor\u00e7o colaborativo, para alcan\u00e7ar um entendimento comum sobre as condi\u00e7\u00f5es de seca, como: sua severidade, a evolu\u00e7\u00e3o espacial e no tempo, e seus impactos sobre os diferentes setores envolvidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Monitor facilita a tradu\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es em ferramentas e produtos utiliz\u00e1veis por institui\u00e7\u00f5es tomadoras de decis\u00e3o e indiv\u00edduos, de modo a fortalecer os mecanismos de Monitoramento, Previs\u00e3o e Alerta Precoce. O trabalho responde a uma necessidade hist\u00f3rica de melhoria no monitoramento e gerenciamento das secas no Brasil e representa o primeiro de muitos passos necess\u00e1rios para uma radical e urgente mudan\u00e7a de abordagem que permita lidar com a seca desde os seus primeiros sinais. Trata-se de um mecanismo de integra\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o de n\u00edvel federal, estadual e municipal nas \u00e1reas de meteorologia, recursos h\u00eddricos e agricultura.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A partir deste m\u00eas de janeiro, o Tocantins passa a ser um dos estados respons\u00e1veis pela autoria dos mapas do bloco regional Norte e Centro-Oeste, junto ao estado de Goi\u00e1s. 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