{"id":1538,"date":"2017-07-18T16:38:05","date_gmt":"2017-07-18T19:38:05","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/wp-funceme\/blog\/2017\/07\/18\/seca-no-ceara-esta-menos-grave-em-2017-mas-ainda-preocupa\/"},"modified":"2020-07-14T11:57:14","modified_gmt":"2020-07-14T14:57:14","slug":"seca-no-ceara-esta-menos-grave-em-2017-mas-ainda-preocupa","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.funceme.br\/?p=1538","title":{"rendered":"Seca no Cear\u00e1 est\u00e1 menos grave em 2017, mas ainda preocupa"},"content":{"rendered":"<p><strong>Segundo o Monitor de Secas do Nordeste, em junho do ano passado, Estado tinha 100% do territ\u00f3rio com alguma condi\u00e7\u00e3o de seca. Em junho de 2017, esse n\u00famero caiu para 64%<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s cinco anos com sucessivas quadras chuvosas abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica, em 2017 o per\u00edodo principal de precipita\u00e7\u00f5es no Cear\u00e1 (fevereiro a maio) foi encerrado em torno da m\u00e9dia, com desvio percentual de -7,7%, equivalente aos 554,5mm que ca\u00edram no Estado durante o quadrimestre. Ainda que n\u00e3o tenha sido uma excelente quadra chuvosa, alguns impactos positivos podem ser percebidos no Monitor de Secas do Nordeste (MSNE), cujo mapa mais atual, de junho de 2017, elaborado pela Funda\u00e7\u00e3o Cearense de Meteorologia e Recursos H\u00eddricos (Funceme) aponta redu\u00e7\u00e3o de severidade da seca na compara\u00e7\u00e3o com junho de 2016.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" size-full wp-image-1536\" src=\"http:\/\/funceme.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/monitor-junho-17.png\" border=\"0\" alt=\"\" width=\"560\" height=\"719\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" size-full wp-image-1537\" src=\"http:\/\/funceme.br\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/monitor-junho-16.png\" border=\"0\" alt=\"\" width=\"560\" height=\"720\"><\/p>\n<p>De acordo com Meiry Sakamoto, supervisora do N\u00facleo de Meteorologia da Funceme, \u00e9 percept\u00edvel a diminui\u00e7\u00e3o da estiagem na compara\u00e7\u00e3o dos mapas acima, pois no de 2016, 100% do territ\u00f3rio cearense estava com alguma condi\u00e7\u00e3o de seca enquanto no mapa do m\u00eas passado, a \u00e1rea com seca corresponde a 64% no Cear\u00e1. \u201cCertamente \u00e9 reflexo positivo de uma quadra chuvosa em torno da m\u00e9dia hist\u00f3rica, mas, infelizmente, devido \u00e0 irregularidade das precipita\u00e7\u00f5es neste ano, essa melhoria n\u00e3o foi observada no Estado todo\u201d.<\/p>\n<p>A meteorologista destaca que o Centro Norte do Cear\u00e1, onde ficam as macrorregi\u00f5es mais atingidas pelas chuvas em 2017, est\u00e1 numa situa\u00e7\u00e3o mais confort\u00e1vel que o Centro Sul, onde ficam macrorregi\u00f5es como o Cariri, que foi a mais afetada com a irregularidade das precipita\u00e7\u00f5es, com desvio percentual de -23,2%, seguida do Sert\u00e3o Central e Inhamuns (-20,4%), da Jaguaribana (-15,5%). \u201cA preocupa\u00e7\u00e3o permanece pois os maiores reservat\u00f3rios do Estado, como Castanh\u00e3o e Or\u00f3s, ficam situados na \u00e1rea que recebeu menos chuva, onde o aporte h\u00eddrico foi bem pequeno neste ano\u201d.<\/p>\n<p><strong>Segundo semestre seco<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma caracter\u00edstica clim\u00e1tica do Cear\u00e1 a redu\u00e7\u00e3o de precipita\u00e7\u00f5es e consequente estiagem no segundo semestre e a Funceme recomenda ainda mais cautela no uso da \u00e1gua at\u00e9 o fim do ano. \u201cA Secretaria de Recursos H\u00eddricos e o Governo do Estado est\u00e1 trabalhando com todos os esfor\u00e7os para garantir o abastecimento. Tamb\u00e9m temos um bom sinal da popula\u00e7\u00e3o, que tem se mostrado sens\u00edvel ao problema e reduzindo o consumo. \u00c9 um desafio para a gest\u00e3o e para a sociedade atravessar esse per\u00edodo de seca desde 2012 sem aportes significativos. Toda economia de \u00e1gua \u00e9 bem-vinda nesse momento\u201d, avalia Sakamoto.<\/p>\n<p>Fonte: Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da Funceme<br \/>\n18 de julho de 2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo o Monitor de Secas do Nordeste, em junho do ano passado, Estado tinha 100% do territ\u00f3rio com alguma condi\u00e7\u00e3o de seca. 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