{"id":6878,"date":"2020-04-17T17:22:43","date_gmt":"2020-04-17T20:22:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.funceme.br\/?p=6878"},"modified":"2020-04-17T17:29:01","modified_gmt":"2020-04-17T20:29:01","slug":"niveis-de-seca-reduzem-no-nordeste-mas-situacao-ainda-e-critica","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.funceme.br\/?p=6878","title":{"rendered":"N\u00edveis de seca reduzem no Nordeste, mas situa\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 cr\u00edtica"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>\u00a0Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Para\u00edba s\u00e3o os estados com maiores percentuais por \u00e1rea com algum grau de severidade<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-medium is-style-default\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"600\" height=\"400\" src=\"http:\/\/www.funceme.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/COMPARA\u00c7\u00c3O-MS-600x400.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6879\" srcset=\"http:\/\/www.funceme.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/COMPARA\u00c7\u00c3O-MS-600x400.jpg 600w, http:\/\/www.funceme.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/COMPARA\u00c7\u00c3O-MS-1200x800.jpg 1200w, http:\/\/www.funceme.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/COMPARA\u00c7\u00c3O-MS-768x512.jpg 768w, http:\/\/www.funceme.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/COMPARA\u00c7\u00c3O-MS-1536x1024.jpg 1536w, http:\/\/www.funceme.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/COMPARA\u00c7\u00c3O-MS-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O Monitor de Secas apontou redu\u00e7\u00e3o das \u00e1reas e dos n\u00edveis de seca em maior parte da regi\u00e3o Nordeste no m\u00eas de mar\u00e7o em compara\u00e7\u00e3o com fevereiro, conforme o mapa mais recente da ferramenta de monitoramento regular e peri\u00f3dico da situa\u00e7\u00e3o da estiagem na regi\u00e3o e de outros estados fora dela.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme os dados mais recentes, o Nordeste tinha <strong>79,91%<\/strong> da sua \u00e1rea com algum n\u00edvel de seca, que vai da grave para a excepcional. J\u00e1 no \u00faltimo m\u00eas, apresentou<strong> 75,29%<\/strong>, o que representa uma varia\u00e7\u00e3o absoluta de cerca de <strong>5%. <\/strong>Neste contexto, o mais relevante \u00e9 que a regi\u00e3o segue sem apresentar os dois piores n\u00edveis e ainda passando de 33,44% para 14,115 quanto \u00e0 por\u00e7\u00e3o com seca grave.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, os estados mais atingidos com algum grau de severidade s\u00e3o <strong>Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Para\u00edba<\/strong>. J\u00e1 aqueles com maiores percentuais considerados sem seca relativa s\u00e3o Maranh\u00e3o e Cear\u00e1, que t\u00eam <strong>65,06%<\/strong> e <strong>38,85%<\/strong>, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A atenua\u00e7\u00e3o e at\u00e9 a extin\u00e7\u00e3o de categorias de seca mais intensa em algumas \u00e1reas est\u00e3o associadas aos desvios positivos de precipita\u00e7\u00e3o acima de 100 mm para o m\u00eas de mar\u00e7o&#8221;, comenta o pesquisador da Funda\u00e7\u00e3o Cearense de Meteorologia e Recursos H\u00eddricos (Funceme), Francisco Vasconcelos J\u00fanior.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cen\u00e1rio h\u00eddrico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar dos dados positivos, em estados como o Cear\u00e1, onde 38,84% do territ\u00f3rio est\u00e1 sem seca relativa, o cen\u00e1rio h\u00eddrico ainda \u00e9 preocupante. Dos 155 a\u00e7udes monitorados pela Companhia de Gest\u00e3o dos Recursos H\u00eddricos (Funceme), 57 est\u00e3o com capacidade abaixo dos 30%. A boa not\u00edcia \u00e9 que os principais reservat\u00f3rios do estado recebem \u00e1gua no \u00faltimo bimestre.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Nos meses de fevereiro e mar\u00e7o as precipita\u00e7\u00f5es aconteceram de forma mais regulares, quando comparado com o m\u00eas de janeiro. A distribui\u00e7\u00e3o espacial e temporal das precipita\u00e7\u00f5es contribu\u00edram para a gradual redu\u00e7\u00e3o no n\u00edvel de severidade da seca em todo o territ\u00f3rio cearense. Um exemplo foi a alta no n\u00edvel de \u00e1gua armazenada nos dois maiores reservat\u00f3rios do Cear\u00e1, Castanh\u00e3o e Or\u00f3s\u201d, explica&nbsp; o ge\u00f3logo da Ger\u00eancia de Pesquisas e Estudos em Recursos H\u00eddricos da Funceme, Gilberto Mobus.<\/p>\n\n\n\n<p>Com capacidade para 6,7 bilh\u00f5es de metros c\u00fabicos d&#8217;\u00e1gua, o a\u00e7ude Castanh\u00e3o iniciou o ano com pouco menos de 2,5% de \u00e1gua armazenada. Embora a atual condi\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja confort\u00e1vel, hoje o reservat\u00f3rio est\u00e1 com aproximadamente 13% de \u00e1gua armazenada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Outros estados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Fora da regi\u00e3o Nordeste, os estados que s\u00e3o acompanhados pelo Monitor de Secas como Tocantins, Minas Gerais&nbsp; e Esp\u00edrito Santo, tamb\u00e9m apresentaram saldo positivo quanto \u00e0 varia\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de severidade da estiagem. Por\u00e9m, o estado da regi\u00e3o Norte tem apenas 3,89% da sua \u00e1rea sem seca relativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Minas apresenta, conforme o mapa mais atual da ferramenta, 41,49 (%) da sua \u00e1rea com algum grau de seca, sendo a maior parte classificado com seca moderada. Neste n\u00edvel, s\u00e3o esperados alguns danos \u00e0s culturas e pastagens, al\u00e9m de c\u00f3rregos com n\u00edveis baixos. J\u00e1 no ES, todo o estado est\u00e1 classificado sem seca relativa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p> Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Para\u00edba s\u00e3o os estados com maiores percentuais por \u00e1rea com algum grau de severidade<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":6879,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[88,15],"tags":[395,163,89,90],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.funceme.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6878"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.funceme.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.funceme.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.funceme.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.funceme.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=6878"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/www.funceme.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6878\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6881,"href":"http:\/\/www.funceme.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6878\/revisions\/6881"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.funceme.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/6879"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.funceme.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=6878"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.funceme.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=6878"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.funceme.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=6878"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}