PUBLICAÇÕES

 

 

INTRODUÇÃO

 

Compete da Área de Meio Ambiente: elaborar estudos, programas e projetos sobre os recursos naturais renováveis, principalmente água, solo e vegetação, gerando pesquisas e documentos cartográficos temáticos que avaliam e monitoram as condições geoambientais, subsidiando o planejamento e o desenvolvimento social e econômico do Estado do Ceará em benefício da população, para uma melhor convivência com as vulnerabilidades ambientais no semiárido.

 

ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO DAS ÁREAS SUSCEPTÍVEIS À DESERTIFICAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ – NÚCLEO I-IRAUÇUBA/CENTRO-NORTE

 

Conhecer o território e planejar o seu uso e ocupação de acordo com o grau de vulnerabilidade e a capacidade de suporte, é a forma mais adequada de estancar ou mesmo reverter o processo de degradação das terras no semiárido brasileiro. Ciente da necessidade de estudos direcionados para essa realidade, o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – DNOCS e a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), firmaram convênio e elaboraram o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) de dois Núcleos identificados como Áreas Susceptíveis à Desertificação no Ceará, Núcleo I – Irauçuba/Centro-Norte e Núcleo II – Inhamuns. Nessa publicação está sendo apresentado o ZEE do Núcleo I – Irauçuba/Centro-Norte. O trabalho foi feito com base no Programa ZEE-Brasil, que se apresenta como o mais adequado – sob o ponto de vista metodológico e dos seus objetivos prioritários – para o enfrentamento desse grave problema que afeta grande parte do território nordestino.

 

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ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO DAS ÁREAS SUSCEPTÍVEIS À DESERTIFICAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ – NÚCLEO II-INHAMUNS

 

Nessa publicação está sendo apresentado o ZEE do Núcleo II – Inhamuns. O trabalho foi feito com base no Programa ZEE-Brasil, que se apresenta como o mais adequado sob o ponto de vista metodológico e dos seus objetivos prioritários para o enfrentamento desse grave problema que afeta grande parte do território nordestino. Em essência, o ZEE destina-se a subsidiar a elaboração de planos, programas e projetos, à medida que disponibiliza uma base de conhecimentos para o entendimento das questões ambientais, sociais e econômicas, propondo alternativas para a adoção de políticas públicas capazes de atenuar os efeitos da degradação dos recursos naturais renováveis, focadas na redução da pobreza.

 

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LEVANTAMENTO DE RECONHECIMENTO DE MÉDIA INTENSIDADE DOS SOLOS – MESORREGIÃO DO SUL CEARENSE

 

A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), vem desenvolvendo, desde o fi nal da década de 80, estudos relativos ao meio ambiente, a qual já apresenta considerável acervo de contribuição quanto ao assunto. No Estado do Ceará a Mesorregião do Sul Cearense representa um dos mais importantes setores do contexto geográfico, socioeconômico, paleontológico e cultural. Ocupa uma área equivalente a 15.020 km² , correspondendo a 10,15% do território estadual e abrigando um continente demográfico de 876.600 habitantes, de acordo com o censo de 2010 do IBGE, em 25 municípios.

 

Essa área foi selecionada pela Funceme e Secretaria das Cidades do Estado do Ceará para iniciar o estudo visando o Zoneamento Agroecológico. E, para viabilizar sua execução, contou com o apoio do Banco do Nordeste do Brasil, do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e da Secretaria do Desenvolvimento Agrário do Estado do Ceará. Tal estudo trata-se de um instrumento indispensável para o planejamento de uso dos recursos naturais e para a prática da concepção de desenvolvimento sustentável. Na elaboração do referido zoneamento, as informações referentes aos solos da área são imprescindíveis por constituírem-se fator preponderante na compartimentação dos diversos ambientes.

 

Para tanto, foi realizado levantamento de reconhecimento de média intensidade dos solos da área, na escala de 1:100.000, onde as unidades de mapeamento pudessem apresentar menor variabilidade possível considerando os parâmetros de classificação e características inerentes a cada solo. Essa informação possibilitará a utilização mais adequada das terras através de suas potencialidades e limitações quanto ao uso agrícola.

 

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